Como fazer parte do seleto grupo dos 1% que serão aprovados?

Como fazer parte do seleto grupo dos 1% que serão aprovados?

Preparados versus Preparados e Aprovados!

Você sabia que de todos os candidatos que se inscrevem para um concurso, apenas cerca de 70 a 75% comparecem a prova?

E que dentro destes 70% apenas de 5 a 8% estão realmente preparados, capacitados o suficiente para realizar uma boa prova e ter alguma chance de passar?

E quanto aos 1% ou menos que são aprovados e nomeados num concurso: o que os difere dos outros 4% preparados que não passaram?

Pra começar, quero te confessar que eu mesma já fiz parte de cada um destes grupos. Quando terminei o Ensino Médio resolvi fazer um concurso o qual tinha acabado de sair o edital, do MPRJ. Só que pouco depois passei no vestibular, a data da prova do concurso foi adiada e caiu justamente num momento em que eu estava super atarefada e cheia de provas na faculdade… Resultado: decidi não ir porque minhas prioridades haviam mudado.

Quando estava terminando a graduação, fiz prova para o MPU na minha área de atuação. Me preparava como podia, mas como também estava enrolada com monografia, disciplinas eletivas e à procura de um estágio, fui fazer a prova como os 70% que praticamente vão para tentar a sorte.

Particularmente, hoje, eu não acredito em sorte! Exceto coisas que não mudarão sua vida – como ganhar um carro num sorteio de shopping – em todas as outras, a sorte favorecerá aos mais bem preparados!

Mark Zuckerberg

Mark Zuckerberg

Só para fazer um parênteses sobre o quesito “sorte”, muita gente diz:

– Não é que o Mark Zuckerberg teve sorte? Ele construiu uma rede social que despontou e agora ganha rios de dinheiro… E olha que nem é a primeira rede social do mundo.

Antes de criar o facebook, Zuckerberg já tinha feito outras redes não tão bem sucedidas. Foi simplesmente isso: ele gostava daquilo que fazia, se preparou, e depois de errar algumas vezes, fez alguns ajustes. E foi assim que, mesmo não sendo surfista, pegou uma das melhores ondas da era da informação!

No meu caso, como sou geóloga, as 2 ondas que mais me interessavam (os concursos dos meus sonhos) eram: Petrobras e/ou ANP. Pouco depois do concurso anterior, começou-se a anunciar que a abertura do edital para a Petrobras estava próximo. Eu comecei a me preparar com maior intensidade, abdicar de algumas coisas para ter mais tempo de estudar.

Vi no edital cada parte das matérias que eu deveria estudar, atacava uma por uma e ia riscando à medida que já achava que havia estudado o suficiente…

E pouco mais de um mês após a prova, veio a notícia:

Desclassificada.

Foi uma grande decepção! Eu tinha estudado tudo o que achava que deveria! Teoricamente, estava preparada. Não havia ficado nervosa na hora da prova. Mas simplesmente errei mais do que poderia. Aliás, neste concurso passaram pouquíssimas pessoas. O inimigo maior nem foram os outros candidatos mais bem preparados, e sim a banca que fez uma prova difícil.

Eu perguntei para mim mesma: “E agora? O que mais eu faço?” Eu achava que estava estudando da maneira correta. Se eu estudei tanto e não passei, o que seria de mim? Desistir? Jamais. Surgiriam outros concursos para tentar mais uma vez! Ou mais algumas se fosse necessário…

Eu decidi que deveria mudar algo em meus estudos: eu já tinha a disciplina, desenvolvida ao longo do tempo à medida que queria conquistar as coisas. Precisava fortalecer outros quesitos, como a concentração, o esgotamento físico e mental depois de um dia cheio de atividades, deveria arranjar formas de fixar melhor o conteúdo para não esquecer o que eu havia estudado lá no início e também maneiras de não cometer erros em questões cujo assunto eu achava que já tinha dominado.

Mudando a minha estratégia e persistindo nos estudos através de uma nova óptica, nos 3 concursos subsequentes – um da Prefeitura do Rio, um para o Departamento de Recursos Minerais do RJ e o um dos concursos dos meus sonhos – eu fui aprovada e chamada para trabalhar.

As estatísticas do início deste texto são tão surpreendentes assim exatamente por isso: nos mostra como todos os seres humanos inconstantes. Ficamos entusiasmados com algo e prontamente já tomamos algumas atitudes para seguir por aquele caminho.

Só que, quando algo novo surge, quando vemos que é difícil, quando estamos cansados e as circunstâncias nos desanimam, perdemos a força inicial e acabamos adotando outro rumo. Muitos dos que vão fazer a prova até estudaram, mas certamente perderam o foco ou o entusiasmo inicial e deixaram de se preparar como deveriam.

Os 5% preparados são aquelas pessoas que não deixaram a vida desviar seus objetivos. Eles estudaram até o último segundo, leram as apostilas, e alguns até fizeram cursinhos preparatórios. Mas ainda assim, deve haver algo a mais nos 1% que passaram, certo?

Depois de chegar do outro lado vejo que a diferença que os 1% aprovados tem é que eles conseguiram captar a essência do aprendizado. É por isso que vejo pessoas que nunca passaram em nenhum concurso e outras que já passaram em 3, 6 ou 20!

A essência é não só entender o que se está estudando, mas manipular o conteúdo de várias formas possíveis, de modo que a vivência com aquele conteúdo fique enraizada no seu cérebro. Utilizar várias técnicas de estudo têm o poder de causar esta vivência.

Além disso, facilita muito também perceber quais são as variáveis que lhe atrapalham: seria indisciplina, falta de motivação, concentração, etc? E assim como resolver provas anteriores e exercícios, ao resolver todas estas dificuldades você terá acelerado o modo como aprende.

A fórmula para o sucesso nos concursos não é estudar, pura e simplesmente. É estudar sim, com critério, com estratégia, com metodologia.

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Pegando uma carona com a antiga propaganda do Mastercard: há muitas coisas que podemos comprar com o cartão de crédito… mas, a emoção de fazer parte dos 1% e ser aprovado, não tem preço! 😀

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